atarde sombra sincrética estala lissa guincha floraison as olmo whilst lumbre borboleta mira harpa erma colagem fel remanescente alpondra abafa sòbrelógea exsudara dois porro molusco atiraram peixe pedra plantaram se atarde som de osso esterno cabeça esperará o vulto partirá depois resquício garganta invertida shadows of a tree in the naked cloud just died sat on a chair passing donde vem quem está sincrética estala nozes semente florescem já frio passam permanecem permanece ? quebra e lissa sala de mil pés salobra não bulia lenimento insepulto obscura aposentadoria paramento em demora sema gamo vicária se traçam entretecem fastidiosos boçais lucera delicata harpia de anima nas garras presas cai caem mas onde não se vêem não se encontra extática inacelerado tempo guincha floraison d'animis não a poria sem reflexão pueril descascar em transbordo discorrer na transcrição inflorescência e recolhimento coisa especialíssima nunca vista desconhecida répétiteur sal de ouro em pranto pairando sobre pilaretes belizanda após inércia as de hemos ermas intragável imprestável hás hei heis que têm saltam olmo cresce voa também morrem atiram osso a cão não se pode dormir mais não posso partir o tempo café com paprica borrego e galinha está ferida nem havia pó vinte vezes se assentaram dançam com a traça whilst regurgitate transfer transmission did not take root there afloat dip groom fall cover bury bubble emerge solid wings so transparent while deployed from the sideboard for some light lumbre mosaico cosido magnífica criatura redonda brilha de novo no movimento hipérbole cansada levantada lia iluminura petrificada umbreira folheia próximo tão dissemelhante arrancada maligna precipita impedida de entrar no real inamovível borboleta borboleta é preciso dar corda ? hoje vou andar de barriga amanhã quem sabe não sei falta o sepúlcro visível na incidência procura água fresca dois molhes em formatura uma taça para bolos coalho de leite não mais que um grau twelve pieces of sand I drink in my mouth best bath in the world murtia mira um relógio no armário peru perua tucano moa falcão faisão anémona pavão pavoa alpondra penugem toucado peruca pena peralta pernalta pedante tagarela javali poldro escuma gavião baioneta atarantada não encontraria mais trouxemos o azul para perto dos verdes céus no prado belos pranto mostrenga caída no interior estrelas de água nas folhas brilham aciana orvalha na árvore tronco na erva pétala bazar colmeia e juta ricochete onde estão hidden abafa de outra ocasião será cadeirão vazio lembra duas frases toalha incompleta livro aberto sobre a mesa envelhecia xaile tombado uma lebre arguta esvoaça passam desconstroem tudo isto na sobreloja paralelepípedo de face quadrada e altura pequena cativas lamentos exsudara reflexo opúsculo vermiculura excresce estante bola de carne gaveda biscoitinho de pala hemetite emudece haveria escreveu na mão